ACESSIBILIDADE


VESTES SENSORIAIS


As vestes dão contorno ao corpo e possibilitam uma diferente interação e re-criação da arte. Propomos uma mudança de perspectiva em relação à obra em exposição: o corpo também é obra, também é galeria. Ao usar as vestes sensoriais, o visitante é propositivo diante conceitos e abstrações da mostra em cartaz.


Exposição Picasso e a modernidade espanhola

Trazer o público para dentro da obra. Os visitantes tornavam-se elementos da composição. Foram produzidos adereços para que os participantes da atividade experimentassem o desenho no seu próprio corpo. Vestir e sentir as desproporções representadas na tela “O Pintor e a Modelo” possibilitava uma mediação imersiva e divertida, tornando a obra acessível a todos os públicos.


Exposição Kandinsky: Tudo Começa num Ponto


Veste Pirâmide

A transformação de uma figura em abstração pode ser sentida no próprio corpo. A Veste projeta o tronco em uma pirâmide tridimensional. Ao abrir a Veste Pirâmide, o quadro Dois Ovais de Wassily Kandinsky explode em cores e texturas. Qual toque de cada cor? O amarelo é áspero na palma das mãos, o roxo em pelúcia faz cócegas, o vermelho tem o visco da camurça.

Exposição Kandinsky: Tudo Começa num Ponto

Veste Redondo

Uma veste tubinho traz texturas, cheiros e imaginação. Quem a vestir sente reconhece seu interior se revelando em camadas. Ao redor, bolsos escondem cheiros relacionados às cores. Teria o azul uma sensação olfativa? Tal como a proposta de Kandinsky, as cores ganham um espírito e afetam sensações.

Exposição Kandinsky: Tudo Começa num Ponto

Veste Múltiplo

Uma composição pode ser de um elemento ou vários. A Veste Múltiplo propõe uma dinâmica, onde os braços abstraem-se em um cilindro retrátil. Elas possuem ainda pequenos imãs presos às barras que são atraídos por outras mangas que se aproximam; isso permite tanto um jogo de formas com uma única peça (unindo-se as duas mangas e criando um círculo), quanto com múltiplas vestes (unindo-se a manga de uma peça com a seguinte).

Exposição Yayoi Kusama: Obsessão Infinita
Vestes Obliteração

A artista japonesa Yayoi Kusama oblitera-se no seu fazer artístico. Obliterar é fazer desaparecer… se camuflando com o ambiente. Para isso, o público pode experimentar o conceito em três vestes de diferentes texturas e estampas que utilizam o mesmo tecido do fundo. Que tal se camuflar em um espaço de chita florida? Ou se apropriar das polka dots de Kusama vestindo plástico bolha?


Exposição Yayoi Kusama: Obsessão Infinita
Vestes do Infinito

A Roupa de Bolas é inspirada na obra caminhando no mar da morte. As bolas meio cheias lembram as formas parecidas com tentáculos, que a artista apresenta em diversas obras. Ela pode ser vestida para que o público experimente a repetição e o excesso em seu próprio corpo.

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